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Histórias de trabalho

Histórias de trabalho

Todas as histórias de trabalho, na ordem em que as empresas autorizaram a publicação.

Relógio de parede na sala de reunião marcando o fim do expediente
Histórias de trabalho

A tarefa, o que fizemos, o que ficou com a empresa

Relatos curtos de quem passou pelo levantamento, publicados com autorização de cada empresa.

  1. Marlene A. · rede de materiais de construção

    Três lojas contando estoque em cadernos diferentes.

    O que fizemosInventário das planilhas, entrevistas no balcão e regras de cadastro de produto.

    O que ficouUma tabela única de produtos e a lista do que cada loja deixa de anotar à mão.

  2. Otávio R. · transportadora

    O mesmo frete digitado quatro vezes até chegar ao relatório do mês.

    O que fizemosMapa do caminho dos dados com cada ponto de redigitação marcado.

    O que ficouO mapa impresso na parede da sala e duas passagens eliminadas logo na primeira etapa.

  3. Sandra L. · clínica veterinária

    Agenda em caderno, fichas de animais em pastas e retorno controlado em planilha.

    O que fizemosLeitura das três fontes e redação dos requisitos do sistema futuro.

    O que ficouA lista de requisitos que a clínica usou para conversar com fornecedores sem depender do que cada um mostrava na tela.

  4. Jurandir P. · indústria de embalagens

    Cadastro de clientes com o mesmo nome escrito de cinco jeitos.

    O que fizemosRegras de cadastro e limpeza acompanhada pela equipe interna.

    O que ficouUm documento de duas páginas que o time consulta ao abrir cadastro novo.

  5. Neusa F. · escola de idiomas

    Matrículas no papel e frequência em planilha que ninguém fechava.

    O que fizemosEntrevistas por função e desenho da rotina da secretaria.

    O que ficouUma rotina semanal escrita, com dono e prazo em cada linha.

  6. Adilson C. · distribuidora de peças

    Um módulo do sistema contratado havia dois anos e nunca ligado.

    O que fizemosInventário de sistemas e leitura do que aquele módulo já resolvia.

    O que ficouA decisão de ligar o módulo antes de procurar qualquer sistema novo.

  7. Rosimeire T. · gráfica

    Pedidos combinados por telefone e anotados em blocos soltos.

    O que fizemosVisita de reconhecimento e mapa do caminho do pedido.

    O que ficouUm formulário único de pedido e o desenho de quem o recebe em cada turno.

  8. Valter M. · cooperativa agrícola

    Duas planilhas de associados mantidas por setores diferentes.

    O que fizemosDescoberta de quem era dono de cada planilha e uma conversa entre os dois setores.

    O que ficouUma planilha só, com dono nomeado e regra de atualização semanal.

Perguntas

Seis dúvidas que chegam antes da visita de reconhecimento

Respostas diretas, sem prometer nada além do que entregamos em papel.

Vocês desenvolvem o sistema?

Não. Não escrevemos programas e não revendemos licença de ninguém. O que fazemos é escrever o que a empresa precisa que um sistema faça, em uma linguagem que serve para conversar com qualquer fornecedor — e ajudar a ler as respostas que chegarem.

Precisamos parar a operação durante o levantamento?

Não. As entrevistas são marcadas nos horários que cada área indica, e a visita de reconhecimento acompanha o trabalho normal, sem interromper atendimento.

Quem participa do lado da empresa?

Uma pessoa por área que preencha as planilhas no dia a dia e alguém da direção para decidir o que entra no plano. Cada pessoa é entrevistada uma vez, em conversa de quarenta minutos.

E se a empresa não tiver sistema nenhum?

É o caso mais comum aqui. O levantamento funciona igual: em vez de ler telas, lemos cadernos, blocos de pedido e planilhas.

O plano serve se depois mudarmos de ideia?

O plano é por etapas justamente por isso. Cada etapa é fechada em si, e a ordem pode ser revista na reunião de encerramento de qualquer uma delas.

Vocês assinam termo de sigilo?

Assinamos antes da primeira visita. O material que sai da empresa fica restrito às pessoas nomeadas no termo.

Comece pela planilha que mais dá trabalho

Conte qual tabela sua equipe mantém à mão hoje e quem a preenche. Na primeira conversa dizemos o que dá para observar nela e o que precisaria ser lido de perto.