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Consultoria de transformação digital

Consultoria de transformação digital, em atividade desde 2016

Somos uma consultoria de transformação digital, em atividade desde 2016. Cinco pessoas, nenhuma linha de código vendida: o que fazemos é levantar, escrever e planejar a mudança.

A consultoria foi aberta em 2016 por dois analistas que trabalhavam com implantação de sistema de gestão e cansaram de ver projeto parar na metade por falta de levantamento. Hoje somos cinco: três consultores de campo, uma pessoa que organiza e escreve os documentos e um sócio que revisa tudo antes da entrega.

Atendemos empresas de dez a cento e cinquenta funcionários que ainda tocam a rotina em caderno, bloco de pedido e planilha: depósitos, distribuidoras, oficinas, lojas de material de construção e pequenas indústrias. Trabalhamos em Guarujá e na Baixada Santista, com visita presencial em toda semana de levantamento.

O trabalho é de campo. Passamos dias dentro da empresa observando quem anota, onde anota e o que acontece com o papel depois. Só então listamos os sistemas e planilhas em uso, desenhamos o caminho dos dados e escrevemos os requisitos do sistema futuro. Nenhum fornecedor é chamado antes desse texto existir.

Um levantamento completo leva dez semanas. Ao fim de cada etapa entregamos um relatório de duas páginas — o que foi feito, o que ficou pendente, o que muda na etapa seguinte — e marcamos a reunião seguinte na mesma hora.

O que não fazemos: não desenvolvemos software, não customizamos sistema e não prestamos suporte técnico; não somos revenda nem representante de fornecedor algum e não recebemos comissão por indicação; não instalamos, não migramos banco de dados e não mexemos em servidor do cliente; e não assinamos contrato com fornecedor em nome da empresa — quem decide e quem assina é sempre ela.

Caderno de controle aberto com colunas desenhadas a régua

Começar pelo papel

O que a empresa anota à mão diz mais sobre a rotina do que qualquer tela.

Nomear o dono

Planilha sem dono não é organizada por ninguém, e é sempre a primeira a divergir.

Escrever antes de mudar

Requisito escrito é o que permite comparar fornecedores pelo mesmo critério.

Sem vínculo com fornecedor

Não representamos ninguém: a escolha fica com a empresa, com a comparação na mão.

Como olhamos

Seis leituras antes de qualquer decisão

Nenhuma delas fala de programa. Todas respondem à mesma pergunta: onde a informação nasce, por onde ela passa e quantas pessoas a digitam de novo pelo caminho.

Leitura 01

Onde o dado nasce

A folha de pedido preenchida no balcão, a caderneta do depósito, a mensagem que chega no telefone do vendedor. Anotamos o ponto exato em que cada informação aparece pela primeira vez.

Leitura 02

Quantas vezes é redigitado

Contamos as passagens: do papel para a planilha, da planilha para o sistema fiscal, do sistema para o relatório do fim do mês. Cada passagem é um lugar onde os números deixam de bater.

Leitura 03

Quem é dono de cada tabela

Toda planilha viva tem alguém que a mantém, mesmo quando ninguém nomeou essa pessoa. Descobrir quem é costuma explicar metade das divergências entre áreas.

Leitura 04

O que o cadastro guarda de verdade

Abrimos o cadastro de clientes e o de produtos e olhamos o que está dentro dos campos: o mesmo nome em três grafias, endereço escrito no campo de observação, unidade de medida digitada à mão.

Leitura 05

Quais prazos dependem de alguém lembrar

Fechamento, conferência de estoque, envio de relatório. Listamos o que hoje só acontece porque uma pessoa lembra e anota na agenda dela.

Leitura 06

O que já existe e ninguém usa

Quase toda empresa tem um módulo contratado, configurado pela metade e abandonado. Ele entra no inventário antes de qualquer conversa sobre trocar de sistema.

Histórias de trabalho

A tarefa, o que fizemos, o que ficou com a empresa

Relatos curtos de quem passou pelo levantamento, publicados com autorização de cada empresa.

  1. Sandra L. · clínica veterinária

    Agenda em caderno, fichas de animais em pastas e retorno controlado em planilha.

    O que fizemosLeitura das três fontes e redação dos requisitos do sistema futuro.

    O que ficouA lista de requisitos que a clínica usou para conversar com fornecedores sem depender do que cada um mostrava na tela.

  2. Jurandir P. · indústria de embalagens

    Cadastro de clientes com o mesmo nome escrito de cinco jeitos.

    O que fizemosRegras de cadastro e limpeza acompanhada pela equipe interna.

    O que ficouUm documento de duas páginas que o time consulta ao abrir cadastro novo.

  3. Neusa F. · escola de idiomas

    Matrículas no papel e frequência em planilha que ninguém fechava.

    O que fizemosEntrevistas por função e desenho da rotina da secretaria.

    O que ficouUma rotina semanal escrita, com dono e prazo em cada linha.

  4. Adilson C. · distribuidora de peças

    Um módulo do sistema contratado havia dois anos e nunca ligado.

    O que fizemosInventário de sistemas e leitura do que aquele módulo já resolvia.

    O que ficouA decisão de ligar o módulo antes de procurar qualquer sistema novo.

Comece pela planilha que mais dá trabalho

Conte qual tabela sua equipe mantém à mão hoje e quem a preenche. Na primeira conversa dizemos o que dá para observar nela e o que precisaria ser lido de perto.