PerguntasSeis dúvidas que chegam antes da visita de reconhecimento
Respostas diretas, sem prometer nada além do que entregamos em papel.
Vocês desenvolvem o sistema?
Não. Não escrevemos programas e não revendemos licença de ninguém. O que fazemos é escrever o que a empresa precisa que um sistema faça, em uma linguagem que serve para conversar com qualquer fornecedor — e ajudar a ler as respostas que chegarem.
Precisamos parar a operação durante o levantamento?
Não. As entrevistas são marcadas nos horários que cada área indica, e a visita de reconhecimento acompanha o trabalho normal, sem interromper atendimento.
Quem participa do lado da empresa?
Uma pessoa por área que preencha as planilhas no dia a dia e alguém da direção para decidir o que entra no plano. Cada pessoa é entrevistada uma vez, em conversa de quarenta minutos.
E se a empresa não tiver sistema nenhum?
É o caso mais comum aqui. O levantamento funciona igual: em vez de ler telas, lemos cadernos, blocos de pedido e planilhas.
O plano serve se depois mudarmos de ideia?
O plano é por etapas justamente por isso. Cada etapa é fechada em si, e a ordem pode ser revista na reunião de encerramento de qualquer uma delas.
Vocês assinam termo de sigilo?
Assinamos antes da primeira visita. O material que sai da empresa fica restrito às pessoas nomeadas no termo.